American Airlines considera encerrar mudanças no bilhete
Esta possibilidade está sendo analisado por conta da lei que limita a cobrança pelo ajuste.

"Esse bilhete não reembolsável é valioso para nós. Sabíamos que o assento seria preenchido. Isso nos permitiu vender o resto dos assentos, tendo em mente que teríamos um voo completo”, afirma Parker.
Atualmente, as transportadoras consideram a capacidade de alterar um tíquete não reembolsável como um serviço que carrega um custo, que pode chegar a US$ 200.
A decisão pelas mudanças nos ingressos é apoiada pelos grupos de consumidores como uma disposição bipartidária. Trata-se de um projeto de lei de política de aviação patrocinado pelo senador republicano John Thune, de Dakota do Sul, presidente do Comitê de Comércio, Ciência e Transporte.
Embora grande parte do projeto de lei tenha sido acordado por ambas as partes, ele ainda não foi aprovado pelo comitê enquanto outras questões são discutidas.