Infraero vai demitir 30% dos colaboradores até 2020
Objetivo é reduzir os 9 mil funcionários a 6,2 mil ao longo dos próximos dois anos; venda parcial da estatal também está nos planos do governo

O governo ainda pensa na possibilidade de vender parte da estatal, em um plano para que a mesma não dependa mais de aportes financeiros do Tesouro nos próximos anos. Desde 2013, a Infraero não se mostra mais como ponto lucrativo, mas sim como prejuízo aos cofres públicos após as licitações dos aeroportos mais eficientes financeiramente (GRU, VCP e BSB). Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ), por sua vez, não devem ser licitados.
Resumida no gerenciamento de tráfego aéreo, além das telecomunicações e metereologia, a navegação aérea é vista como deficiente, mas tem a transferência à Aeronáutica dependente de uma medida provisória.
*Fonte: Valor