Download: qual a relação do trabalho remoto e o gestor de viagens?
Evento da Academia de Viagens Corporativas e PANROTAS trouxe um momento para discutir pesquisa da HRS

“Sabemos que o travel manager já cuida de tanta coisa e agora tem de pensar na questão do trabalho remoto? Mas acreditamos que temos muita oportunidade. Vemos que o gestor de viagens pode ser o grande maestro desse novo business, uma vez que há tantos modelos diferentes – empresas que têm escritórios físicos, outras que estão funcionando em formato híbrido, outras que voltaram 100% para o presencial. Há muito para se trabalhar”, diz a diretora para América Latina da HRS, Aline Bueno.
De acordo com Aline, faz sentido a área de viagens de uma empresa cuidar das questões de trabalho do colaborador – se ele reservará um quarto de hotel ou alugará um espaço de coworking, por exemplo –, pois ela terá a vantagem de ter um mesmo canal para realizar todas estas compras (coworking, espaço flexível e hotel).
“Tudo em uma mesma plataforma me traz dados e consolidação e, com isso, mais poder de barganha para negociar com fornecedores. Isso também impacta na satisfação do colaborador/viajante. O gestor consegue ter visibilidade de onde as pessoas estão comprando os espaços para trabalhar e como estão executando o trabalho”, diz.
VIDA PROFISSIONAL X PESSOAL

“A cultura da empresa está alinhada com o que eu quero na minha vida? Flexibilidade, bem-estar e saúde mental importam mais do que nunca. Não queremos mais o estresse que era pré-pandemia. Podemos até estar trabalhando mais, mas é preciso saber dosar esse mix de trabalho e vida pessoal”, finaliza o editor-chefe da PANROTAS, Artur Andrade.