Eslovênia enumera atrativos em busca de mais brasileiros
Um dos países mais jovens do mundo, com apenas 25 anos completados em junho, a Eslovênia aos poucos vai caindo no gosto dos brasileiros. Em 2006 pouco mais de 1.5 mil visitantes daqui visitaram o país europeu, número que chegou a 10 mil em 2015, 12% a mais do que em 2014.

Um dos países mais jovens do mundo, com apenas 25 anos completados em junho, a Eslovênia aos poucos vai caindo no gosto dos brasileiros. Em 2006 pouco mais de 1.5 mil visitantes daqui visitaram o país europeu, número que chegou a dez mil em 2015, 12% a mais do que em 2014. “O número de brasileiros vem crescendo anualmente há dez anos”, resumiu a chefe do Escritório da Embaixada da Eslovênia, Kristina Radej, que tem como meta aumentar em 40% o número de viajantes do Brasil.
O país está no Rio promovendo seus atrativos e hoje (12/8) reuniu um grupo de agentes de viagens para apresentar o potencial do destino, que conta com pouco mais de dois milhões de habitantes e recebe, anualmente, o dobro de visitantes estrangeiros, a grande maioria de países fronteiriços.
“Os brasileiros têm uma característica própria. Eles ficam em média três dias e geralmente nos visitam entre um país e outro”, afirmou o embaixador da Eslovênia, Alain Bergant. “Recomendamos ficar sete dias e não deixar a Eslovênia como um destino de passagem”.
MOTIVOS PARA IR

A capital está cerca de 1h30 de Veneza (Itália) de barco e há uma linha direta entre as duas cidades. “Se estiver em Veneza dá para passar o dia com a gente, embora quem faça isso costuma se arrepender e sempre quer ficar mais”, brincou.
Por fim, ele lembrou que se hospedando na capital Ljubjana é possível fazer “bate e volta” para qualquer região do país. Ainda de acordo com ela, cruzar a Eslovênia de ponta a ponta (Itália a Hungria) demora cerca de 3h30.
Entre os atrativos, Kristina destacou as mais de 10 mil cavernas, incluindo a maior da Europa, com 24 km; o lago Bled, atrativo mais visitado do País, o mar mediterrâneo, oferecendo paisagens espetaculares e os alpes. “Nossa cadeia de montanha é a mesma da Áustria, mas com preços muito mais baratos. Mais de 1/3 do território esloveno é protegido, temos florestas virgens, rios cristalinos e toda essa área muito bem sinalizada. Somos um país verde, que gostamos de viver ao ar livre”, concluiu.