Parada LGBT de SP terá 18 trios e buscará representatividade política
Evento acontecerá no próximo domingo e movimentará o Turismo da capital paulista

“Não apenas as questões LGBT, mas todas as progressistas, que envolvem também os negros e as mulheres, estão sofrendo retrocesso. É importante que a parada seja uma referência para gerar discussão sobre o caráter do voto e qual parlamento queremos. Nesse sentido, temos uma responsabilidade muito grande para que o País, além de avançar, não perca os direitos já conquistados”, afirma a presidente da APOGLBT-SP (ONG que realiza a Parada LGBT), Claudia Regina. “A prosperidade vem quando trabalhamos juntos e, dessa maneira, a sociedade se torna mais pacífica e unida”, pontua.
Foi destacado também o impacto positivo da Parada LGBT no Turismo de São Paulo, já que no final de semana do evento são criados mais de três mil empregos diretos e indiretos. Em 2017, foram gerados R$ 60 milhões em ISS (Imposto Sobre Serviço) no período de quatro dias, já que espaços noturnos e outros empreendimentos, que costumam abrir apenas nos finais de semana, antecipam a sua agenda.

Rosa sugeriu ainda que "a política não deve ser confundida com pessoas criminosas e, se o parlamento de hoje não é representativo, a população não deve perder as esperanças". Além disso, uma dica da militância é que sejam realizadas cada vez mais mobilizações em prol de conquistas sociais.
Em relação aos problemas de abastecimento de combustível com a paralisação dos caminhoneiros, foi informado que todos os veículos já estão com o tanque cheio para o evento.
PROGRAMAÇÃO
Na lista de atrações já confirmadas na Parada LGBT de São Paulo constam Pabllo Vittar, Preta Gil e Mulher Pepita no trio do Uber. Em paralelo, a Skol prometeu uma atração surpresa para o evento, enquanto a Accor Hotels, rede oficial da Parada LGBT, promoverá diversos brunchs e coquetéis em seus hotéis.