Veja os 20 destinos mais vendidos no Brasil. Dados exclusivos Omnibees
Live Hotéis corporativos e de lazer: o que esperar em 2022? trouxe dados e insights do panorama hoteleiro

Para entender o cenário, a Omnibees analisou 4.949 hotéis em 640 destinos no Brasil, considerando dois anos e nove meses de comparação de indicadores – pré-pandemia, em 2019. A análise abrangeu ainda 323,5 bilhões de pesquisas, mais de 65 milhões de room nights e dados de corporativo, lazer, OTA e vendas diretas.
“O primeiro gráfico já traz um insight importante de como está o cenário da retomada das reservas. O mês de janeiro tem papel importante em termos de emissão e em fevereiro temos uma queda. Isso porque, normalmente, entre fevereiro e março ocorre o Carnaval, o que significa um aumento do número de check-ins e queda do de emissões – que ocorreram no início do ano”, explica o diretor de Marketing e Vendas da Omnibees, Rodolfo Delphorno.

Em julho de 2020, o País viu o efeito “bolhas de demanda”, sendo o primeiro mês a superar o período histórico de antes da crise global. Agosto também se superou e, em setembro, a Omnibees viu um recorde histórico de vendas até então, sendo 20% acima do período pré-coronavírus.

REGIÕES
A apresentação feita pela Omnibees analisou também o comportamento das reservas nas diferentes regiões do Brasil. Com a demanda reprimida, o desejo de férias e de viajar a lazer é latente e, das cinco cidades mais reservadas, quatro foram no Nordeste – Porto Seguro (BA), Ipojuca (PE), João Pessoa (PB) e Fortaleza (CE) – além de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, figurando em quinto lugar.

Já o Sudeste apresenta forte perfil para o corporativo – principalmente São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte –, setor que ainda ensaia a recuperação. Com isso, a região superou o pico antes da covid-19, em 2019, apenas em setembro deste ano, sendo de 111%.
CONCLUSÕES
O lazer irá continuar forte nos próximos meses, pois há uma demanda reprimida muito grande. Outubro deve ser o mês de pico histórico, devido a esse desejo muito forte de as pessoas viajarem. Corporativo terá uma recuperação mais lenta. Além disso, os meios de pagamento por meio de cartões virtuais (VCN) vieram para ficar, em ambos os segmentos.
“Tradicionalmente, pré-pandemia, as operadoras, por exemplo, se caracterizavam por uma forma de pagamento faturado, com só 5% sendo cartão. Este indicador dobrou em 2020 e cresceu mais três vezes em 2021. Isso porque hotéis passaram a oferecer melhores soluções, com adesão de tecnologias. Eles estão buscando mais opções de venda para o hóspede. Essa tendência deve crescer nos próximos anos e superar o faturado”, pontua Delphorno.

“Ainda é preciso ter um controle rigoroso da pandemia, a vacinação também deve se acelerar. Se tomarmos o cuidado devido e conseguir surfar essa onda de retomada, não tenho dúvidas de que 2022 pode ser muito bom para o nosso setor”, finaliza.
A live completa, com muitos dados, gráficos e insights, pode ser assistida logo abaixo.