América do Sul recebe só 14,6 milhões nos dez maiores parques
Número é mais de dez vezes menor que na América do Norte, onde são 151,3 milhões

Em comparação, no top 10 dos parques da Europa foram 61,5 milhões no mesmo período; na Ásia, foram 134,2 milhões, e na América do Norte, 151,3 milhões, mais de dez vezes o número observado na América do Sul.
Se considerar não apenas os maiores empreendimentos temáticos, mas todos os parques e atrações individuais espalhadas na América do Sul o número sobe para cerca de 85 milhões de visitantes - ainda menos do que os dez maiores de Ásia e América do Norte. Eles estão espalhados em cerca de 550 parques localizados em 11 países, e empregam aproximadamente 100 mil colaboradores.
As receitas combinadas de todos os parques da América do Sul, ainda de acordo com dados da ITPS, girou em torno de US$ 1,9 bilhão em 2017; deles, 35,8% (ou US$ 681 milhões) vem do Brasil.
NOVAMENTE OS IMPOSTOS
"O problema é, entre outras coisas, a alta taxa de impostos no Brasil. Quando eu compro uma montanha-russa no valor de US$ 1 milhão, quando ela finalmente é finalizada, o preço total passa dos US$ 2,5 milhões só por causa de taxas", reclama Speigel, segundo quem o último parque de grande porte a ser construído por aqui foi o Hopi Hari, que teve trajetória problemática.
Vale destacar que uma reunião do Mercosul em outubro pode reduzir permanentemente os impostos para importação de equipamentos voltados a parques temáticos nos quatro países do bloco político.