Alatur JTB contrata CEO e anuncia duas aquisições
A Alatur JTB, que, de janeiro a agosto, cresceu 14% em vendas e 18% em receita (o que deve ser repetido no restante do ano), anunciou, em entrevista exclusiva ao Portal PANROTAS, a contratação de Eduardo Kina como seu CEO, e um plano de investimentos de R$ 40 milhões até 2018
No ano de crise, a Alatur JTB enxerga oportunidades. A TMC, que, de janeiro a agosto, cresceu 14% em vendas e 18% em receita (o que deve ser repetido no restante do ano), anunciou, em entrevista exclusiva ao Portal PANROTAS, a contratação de Eduardo Kina como seu CEO, e um plano de investimentos de R$ 40 milhões até 2018, incluindo aquisições (R$ 27 milhões) e melhorias em operações (R$ 13 milhões). Duas empresas já estão com cartas de intenção na mesa: a BSP, de São Paulo, e a Jaraguá, de Santa Catarina.
Na BSP, os sócios brasileiros da Alatur JTB (Francisco Carpinelli, Ricardo Ferreira e Marcos Balsamão) têm hoje 70% de sociedade e até janeiro de 2016 a ideia é ser uma empresa 100% Alatur JTB. A Plantinum, recentemente comprada pela BSP, também seria integrada, mantendo a sociedade com André Cohen. No caso da Jaraguá, que é 100% dos sócios brasileiros, também se transformaria em empresa totalmente do grupo. As marcas deverão ser mantidas. Outras aquisições estão em fase de estudo, incluindo em outros segmentos, como Mice, Eventos e Lazer, e em outros países da América Latina.
TODAS AS AQUISIÇÕES
Nos últimos anos, Eduardo Kina e sua empresa, a Invistia, fundada em 2007, cuidaram de todos os processos de aquisição da Alatur, da BTI/HRG à Quickly Travel. “Também acompanhamos de perto a joint-venture com a JTB, mas não nos envolvemos diretamente. Conheço a Alatur desde que eu era cliente, na Interprint. Nasceu uma amizade, virei consultor e fornecedor e desde ontem, oficialmente, assumi o cargo de CEO”.
O sócio e fundador da empresa, Francisco Carpinelli, diz que Kina é a pessoa certa, pois conhece bem o histórico e o crescimento da Alatur, no momento certo, pois fará a ponte com os sócios japoneses. Kina foi convidado a assumir o cargo por Carpinelli e Ricardo Ferreira, e o fato de ter ascendência japonesa “foi uma feliz coincidência”. “Há quatro anos a Alatur apostou na sua profissionalização e não se desviou desse caminho”, afirma Eduardo Kina, de 45 anos, casado, com três filhos e é formado em Engenharia Eletrônica pela Politécnica de São Paulo.
O novo CEO, que desde julho “estagiava” no dia a dia da empresa, já mudou a estrutura organizacional, criando três unidades de negócios: Business Travel, sob o comando do vice-presidente Gregorio Polaino; Mice, com o também VP Alberto Moane; e Lazer, com o diretor Nelson Oliveira.
DESAFIOS
O anúncio do investimento de R$ 40 milhões em anos que serão desafiadores para o Brasil mostram, segundo Kina, a reafirmação da aposta da JTB e dos sócios brasileiros no País e no Turismo da região. Ele responderá diretamente ao Comitê Executivo, recém-criado e formado por Carpinelli, Ferreira, Balsamão e Tetsu Suzuki e promete continuar tirando o melhor das duas visões de mercado e de mundo, “que não são antagônicas, mas sim diferentes”. “Quero potencializar esse encontro de culturas, focado em crescimento, lucratividade, diversificação de operações e expansão geográfica”.
A Alatur JTB deve fechar 2015 com R$ 1,7 bilhão em faturamento (incluindo as duas aquisições), número que deve saltar para R$ 3,5 bilhões em 2018 e R$ 5 bilhões em 2020. Em 2018, a meta de participação da unidade de negócios de viagens corporativas deve chegar a 50% (hoje responde por 75% do negócio), devido à aposta na diversificação de produtos e operações.
“O momento é de segurança e tranquilidade. Seguimos nosso planejamento e vamos atrás das oportunidades que existem”, finalizou Francisco Carpinelli.
Na BSP, os sócios brasileiros da Alatur JTB (Francisco Carpinelli, Ricardo Ferreira e Marcos Balsamão) têm hoje 70% de sociedade e até janeiro de 2016 a ideia é ser uma empresa 100% Alatur JTB. A Plantinum, recentemente comprada pela BSP, também seria integrada, mantendo a sociedade com André Cohen. No caso da Jaraguá, que é 100% dos sócios brasileiros, também se transformaria em empresa totalmente do grupo. As marcas deverão ser mantidas. Outras aquisições estão em fase de estudo, incluindo em outros segmentos, como Mice, Eventos e Lazer, e em outros países da América Latina.
TODAS AS AQUISIÇÕES
Nos últimos anos, Eduardo Kina e sua empresa, a Invistia, fundada em 2007, cuidaram de todos os processos de aquisição da Alatur, da BTI/HRG à Quickly Travel. “Também acompanhamos de perto a joint-venture com a JTB, mas não nos envolvemos diretamente. Conheço a Alatur desde que eu era cliente, na Interprint. Nasceu uma amizade, virei consultor e fornecedor e desde ontem, oficialmente, assumi o cargo de CEO”.
O sócio e fundador da empresa, Francisco Carpinelli, diz que Kina é a pessoa certa, pois conhece bem o histórico e o crescimento da Alatur, no momento certo, pois fará a ponte com os sócios japoneses. Kina foi convidado a assumir o cargo por Carpinelli e Ricardo Ferreira, e o fato de ter ascendência japonesa “foi uma feliz coincidência”. “Há quatro anos a Alatur apostou na sua profissionalização e não se desviou desse caminho”, afirma Eduardo Kina, de 45 anos, casado, com três filhos e é formado em Engenharia Eletrônica pela Politécnica de São Paulo.
O novo CEO, que desde julho “estagiava” no dia a dia da empresa, já mudou a estrutura organizacional, criando três unidades de negócios: Business Travel, sob o comando do vice-presidente Gregorio Polaino; Mice, com o também VP Alberto Moane; e Lazer, com o diretor Nelson Oliveira.
DESAFIOS
O anúncio do investimento de R$ 40 milhões em anos que serão desafiadores para o Brasil mostram, segundo Kina, a reafirmação da aposta da JTB e dos sócios brasileiros no País e no Turismo da região. Ele responderá diretamente ao Comitê Executivo, recém-criado e formado por Carpinelli, Ferreira, Balsamão e Tetsu Suzuki e promete continuar tirando o melhor das duas visões de mercado e de mundo, “que não são antagônicas, mas sim diferentes”. “Quero potencializar esse encontro de culturas, focado em crescimento, lucratividade, diversificação de operações e expansão geográfica”.
A Alatur JTB deve fechar 2015 com R$ 1,7 bilhão em faturamento (incluindo as duas aquisições), número que deve saltar para R$ 3,5 bilhões em 2018 e R$ 5 bilhões em 2020. Em 2018, a meta de participação da unidade de negócios de viagens corporativas deve chegar a 50% (hoje responde por 75% do negócio), devido à aposta na diversificação de produtos e operações.
“O momento é de segurança e tranquilidade. Seguimos nosso planejamento e vamos atrás das oportunidades que existem”, finalizou Francisco Carpinelli.
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