Artur Luiz Andrade   |   08/02/2010 12:31

Papel do gestor de viagens é colocado em xeque

O 5º Lactte, que acontece no Grand Hyatt São Paulo, na capital paulista, tem uma missão, segundo a vice-presidente da ABGev, Patrícia Thomas: ajudar o gestor de viagens (ou seu equivalente dentro das empresas) a mostrar seu valor

O 5º Lactte, que acontece no Grand Hyatt São Paulo, na capital paulista, tem uma missão, segundo a vice-presidente da ABGev, Patrícia Thomas: ajudar o gestor de viagens (ou seu equivalente dentro das empresas) a mostrar seu valor e não deixar o reconhecimento da importância da política de viagens andar para trás. Em época de fim de crise global, as companhias ainda estão pensando nos cortes a fazer ou nos que fizeram, começando por viagens e pela figura do gestor, que ou foi cortado ou integrado a outros departamentos.

Uma prova desse impacto na função do gestor pode ser vista na própria participação no Lactte 2010. Segundo Viviânne Martins, presidente da ABGev, 50% dos gestores (ou equivalentes) que participam do evento são convidados de fornecedores. Isso porque suas empresas não liberaram budget para a inscrição. “Isso é bom por um lado, pois mostra que os fornecedores apostam na relação com os gestores e na educação, e ruim por outro, pois pode afetar os avanços em política de viagens dos últimos anos”.

Segundo Kevin Maguire, ex-presidente da NBTA, presente ao Lactte, o mais importante é que o gestor mostre que está comprando mais viagens por menos dinheiro (cost avoidness) e não que economize cortando de vez as viagens.

De olho nisso, os painéis do Lactte que envolvem relação com fornecedores e como otimizar uma concorrência são os mais disputados.

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