Papel do gestor de viagens é colocado em xeque
O 5º Lactte, que acontece no Grand Hyatt São Paulo, na capital paulista, tem uma missão, segundo a vice-presidente da ABGev, Patrícia Thomas: ajudar o gestor de viagens (ou seu equivalente dentro das empresas) a mostrar seu valor
O 5º Lactte, que acontece no Grand Hyatt São Paulo, na capital paulista, tem uma missão, segundo a vice-presidente da ABGev, Patrícia Thomas: ajudar o gestor de viagens (ou seu equivalente dentro das empresas) a mostrar seu valor e não deixar o reconhecimento da importância da política de viagens andar para trás. Em época de fim de crise global, as companhias ainda estão pensando nos cortes a fazer ou nos que fizeram, começando por viagens e pela figura do gestor, que ou foi cortado ou integrado a outros departamentos.
Uma prova desse impacto na função do gestor pode ser vista na própria participação no Lactte 2010. Segundo Viviânne Martins, presidente da ABGev, 50% dos gestores (ou equivalentes) que participam do evento são convidados de fornecedores. Isso porque suas empresas não liberaram budget para a inscrição. “Isso é bom por um lado, pois mostra que os fornecedores apostam na relação com os gestores e na educação, e ruim por outro, pois pode afetar os avanços em política de viagens dos últimos anos”.
Segundo Kevin Maguire, ex-presidente da NBTA, presente ao Lactte, o mais importante é que o gestor mostre que está comprando mais viagens por menos dinheiro (cost avoidness) e não que economize cortando de vez as viagens.
De olho nisso, os painéis do Lactte que envolvem relação com fornecedores e como otimizar uma concorrência são os mais disputados.
Uma prova desse impacto na função do gestor pode ser vista na própria participação no Lactte 2010. Segundo Viviânne Martins, presidente da ABGev, 50% dos gestores (ou equivalentes) que participam do evento são convidados de fornecedores. Isso porque suas empresas não liberaram budget para a inscrição. “Isso é bom por um lado, pois mostra que os fornecedores apostam na relação com os gestores e na educação, e ruim por outro, pois pode afetar os avanços em política de viagens dos últimos anos”.
Segundo Kevin Maguire, ex-presidente da NBTA, presente ao Lactte, o mais importante é que o gestor mostre que está comprando mais viagens por menos dinheiro (cost avoidness) e não que economize cortando de vez as viagens.
De olho nisso, os painéis do Lactte que envolvem relação com fornecedores e como otimizar uma concorrência são os mais disputados.