EUA ignora ONU e mantém posição sobre Jerusalém
Conselho de Segurança pediu que o país voltasse atrás na decisão

Outros 14 membros do conselho votaram a favor da resolução redigida pelo Egito, que não citou diretamente o governo de Trump, mas expressou “profundo pesar com decisões recentes relativas ao status de Jerusalém”.
Revoltada com a falta de apoio dos outros países, a embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley, disse após a votação que os acontecimentos foram um "insulto" que "não será esquecido". Esse foi o primeiro veto lançado pelos Estados Unidos no Conselho de Segurança em mais de seis anos, de acordo com a representante.
O projeto da resolução afirmava que “quaisquer decisões e ações que pretendam ter alterado o caráter, status ou composição demográfica da Cidade Sagrada de Jerusalém não têm efeito legal, são nulas e devem ser rescindidas em conformidade com resoluções relevantes do Conselho de Segurança”. Em meio a essas discussões, o presidente Donald Trump ainda mantém o objetivo de transferir a embaixada norte-americana de Tel Aviv para Jerusalém.
*Fonte: Reuters