Florianópolis: ressaca perdura, mas Turismo “não preocupa”
A ressaca do mar que afeta praias em Florianópolis desde maio não dá mostras de que está para acabar. Apesar de casos em que houve o completo sumiço da faixa de areia ou a destruição de estruturas de concreto próximas, o Turismo da capital cat

São oito meses em que algumas praias da ilha convivem com a violência das águas em suas costas. A lista de afetadas é extensa e engloba destinos conhecidos como Brava, Ingleses, Canasvieiras, Jurerê, Mole, Joaquina, Armação e Caldeirão.
“Florianópolis tem atrativos além das praias.” Essa é a defesa feita pelo secretário municipal de Turismo, Vinicius de Luca Filho. Opinião corroborada pelo presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da cidade (SHRBS), Estanislau Bresolin. “Não temos preocupação, temos praias suficientes”, afirma.
O turista, segundo Luca Filho, tem buscado alternativas. Com visitas a Jurerê impraticáveis, por exemplo, as opções são as praias de Daniela (a 3,7 quilômetros) ou Cachoeira do Bom Jesus (a 15 quilômetros). “Nosso turismo é consagrado e nossos hotéis são de alto gabarito. As reservas de hospedagem não estão sendo desmarcadas pelas notícias da ressaca”, defende Bresolin.
Também ouvido pela reportagem do Uol, o presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, aposta no fim desse ciclo de ressacas, “uma força externa”, como diz. “Temos que acreditar que o mar irá recuar”, torce.
Segundo o dirigente, o Turismo no Estado de Santa Catarina cresceu 9% em 2017 e que Florianópolis está entre os destinos mais procurados do Brasil – com expectativa de atração de 600 mil turistas provenientes de Argentina e Uruguai.
*Fonte: UOL
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