CVC Corp faz parceria com a Selina e se anima com hotéis coworking
Mais de 90 hotéis da rede no Brasil e no mundo estão disponíveis no portfólio das empresas do grupo

Os mais de 90 hotéis da Selina agora estão disponíveis no inventário da empresas CVC Corp. O acordo entre a rede hoteleira, que além do Brasil tem unidades em Colômbia, Peru, Panamá, Estados Unidos e Portugal, com o grupo de viagens foi anunciado hoje.
Uma das vantagens que a CVC Corp vê na parceria são os hotéis coworking da Selina. Trata-se de um produto feito para facilitar viagens e acomodações para clientes que trabalham ou têm interesse em trabalhar remotamente. Por meio do Programa Selina CoLive, que tem o mote "trabalhe de qualquer lugar", os viajantes podem adquirir pacotes mensais ou anuais para se hospedar e trabalhar em diversos destinos pelo mundo.
“A nova tendência de trabalho remoto favoreceu a entrada da experiência de hotéis coworking no portfólio da CVC Corp. Esse conceito beneficia o cliente não só com um excelente espaço e com toda infraestrutura que os hotéis oferecem, mas também com a possibilidade de conhecer uma nova cultura em cada destino e de vivenciar uma nova experiência a cada hospedagem. Tudo isso enquanto permanece conectado ao trabalho”, justifica o diretor executivo de Sourcing da CVC Corp, Sylvio Ferraz.

"O Selina CoLive permite que os viajantes se movam livremente entre as propriedades Selina por uma taxa fixa mensal ou anual e os passageiros podem passar por até dez destinos durante sua estada, dependendo do pacote. Os pacotes incluem wi-fi, acomodações, espaços de coworking, atividades diárias de bem-estar (como ioga e meditação), arrumação e limpeza semanal, além de descontos em serviços de lavanderia e de alimentos e bebidas", explica a diretora global de Vendas da rede Selina, Melanie Latham, que comemora a parceria com a CVC Corp.
“Disponibilizar nosso portfólio no maior grupo de viagens do Brasil é de extrema importância para o nosso negócio. O produto que oferecemos é inovador e muito atual. Além dos nômades digitais tradicionais, que atuam como freelancers, também pretendemos atingir os novos trabalhadores remotos, bem como as gerações mais jovens que seguirão a tendência de trabalhar de qualquer lugar”, completa.