O que fica no setor de eventos depois da pandemia?
Live Check Point de hoje teve o setor de ventos como tema principal.

A incorporação da tecnologia nos procedimentos das feiras e a maior atenção à sustentabilidade financeira e em materiais foram os principais pontos apontados. Mas a união do setor e rigor nas regras sanitárias também apareceram como heranças permanentes do momento.
"Acho que a utilização da tecnologia e a utilização dela como serviço complementar aos encontros presenciais são um fator que veio para ficar", afirmou Andreia Chiarato. De acordo com ela, há uma tendência visível de eventos híbridos de verdade, que tem a participação virtual com papel importante na experiência.
A executiva lembra ainda que, nas últimas semanas, o grupo R1 lançou uma plataforma para visitação virtual de feiras. Para elas, o recurso pode ser incorporado a uma visita de feira no futuro. "O virtual não substitui o presencial, mas pode complementar. Quem sabe disponibilizando a feira toda para quem, indo lá, não conseguiu ver tudo?", sugere.
Claudia Coelho tem uma visão parecida mas aponta também outros aspectos como tendência de feiras menores no futuro, fortalecimento da preocupação com o outro e afirmação da importância do setor como força econômica.
Já para João Paulo Piccolo, da Nürnbergmesse Brasil, a união cultivada nas últimas semanas é um bom achado do momento. "Acredito que o que fica é o fortalecimento do nosso negócio e o reconhecimento da nossa força", afirma.
A representante da Insight Feiras & Negócios cita a necessidade do contato humano como uma lição que vai ficar. "As feiras fazem isso acontecer e vão ser cada vez mais valorizadas.
O projeto é uma parceria da PANROTAS com a Imaginadora, e com apoio da R1.
Você pode conferir a live completa no vídeo a seguir.
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