Rio fecha bares, restaurantes, praias e parques por 10 dias
Objetivo é deixar a população em casa e não ser um estímulo às viagens

Restaurantes e bares não poderão receber clientes presencialmente e devem se restringir ao drive thru ou ao serviço de entrega.
Não podem abrir nesse período o comércio não essencial, os shoppings, bares, restaurantes, quiosques de praia e lanchonetes, boates, academias de ginástica, salões e barbearias, parques e escola. Podem funcionar, com capacidade limitada e horários especiais, supermercados, farmácias, transporte e serviços como locação de carros, serviços médicos, material de construção, pet shop e hotéis, com serviço de alimentação apenas para os hóspedes. Havia a possibilidade de se restringir as áreas públicas dos hotéis, mas isso ainda não foi informado.
As praias continuam fechadas para banho e permanência na areia, mas exercícios individuais são permitidos.
O objetivo é desafogar a rede de hospitais, que em apenas três dias, na cidade do Rio, passou de 56% para mais de 90% de ocupação das UTIs.
O governador do Rio, Claudio Castro, se mostrou contra as medidas e baixou normas diferentes. Os municípios, no entanto, decidiram reagir e estabelecer normas mais restritivas.