Nova direção do Fohb tem a continuidade como objetivo
Eduardo Giestas, novo presidente do Fohb, quer dar sequência às pautas da gestão anterior

“Temos um modelo de governança, com um presidente executivo, que cuida da parte operacional e nos dá muita tranquilidade na continuidade”, reforça Giestas, fazendo menção à estrutura fixa da associação, que segue sendo liderada por Orlando de Souza.

“Temos desafios constantes como associação e o nosso setor como um todo precisa ser melhor entendido. Temos um potencial enorme, uma atividade que emprega muita gente, forma outros tantos e precisamos ser vistos assim. Essa é uma uma bandeira que abraçamos”, reforça.
Mas há também agendas mais específicas e urgentes elencadas pelo novo presidente. “Outro item importante é o da reforma tributária, que já vinha sendo adaptado pelo Gehlen e que iremos continuar. Também tem a tributação de dividendos, que é mais voltada aos condotéis”, diz. “Precisamos agora estar unidos para enfrentar esse momento de dificuldade e é importante que seja assim, para entender o que é feito como setor e orientar nossos associados”.
PANDEMIA E VACINA
A pauta mais importante e urgente, contudo, é a da pandemia e os efeitos dela na atividade. Sobre isso, o novo líder do Fohb comenta que é o momento de minimizar as perdas.
“Não esperávamos esse momento de segunda onda, nem que ela fosse tão aguda, mas acredito que agora estejamos mais experientes e capacitados para prestar serviço e acolher com mais segurança ainda”, afirma Giestas. “A crise do ano passado nos forçou a desenvolver um processo mais consciente, dando ênfase à tecnologia, que é um caminho sem volta, e com protocolos que devem ficar”, reitera.
Os líderes do Fohb relatam ainda que este é mais um momento de dificuldade para a hotelaria corporativa com baixa nas reservas e que a única solução para a situação é a imunização da população.
“Apoiamos o projeto vacina para todos e sabemos que esse é o caminho para que as coisas voltem ao normal. Estamos vendo países em que esse processo é mais célere e queremos isso para o Brasil”, aponta Giestas.
