Brasil passa a ser 2º maior mercado da Flórida em 2020
O Brasil ultrapassou o Reino Unido como o segundo maior mercado da Flórida em 2020 com 380 mil visitantes

Apesar dos números de 2020 serem fortemente concentrados no período pré-pandemia, entre os meses de janeiro e março, a conquista foi celebrada pelo Visit Florida. Outro número de 2020 animador para o Estado foi o market share da Flórida entre todos os brasileiros que visitaram os Estados Unidos. Com 65,4% dos brasileiros que foram ao país em 2020, este é o maior percentual que a Flórida alcança em 10 anos, mesmo com número reduzido de visitantes.

Jacob também apresentou os gráficos de chegadas dos brasileiros nos Estados Unidos, mostrando uma ligeira recuperação entre os meses de abril e junho de 2021, com 5 a 6 mil visitantes. Apesar da leve curva para cima, o número representa uma queda de 97% no número de visitantes quando comparado ao mesmo período de 2019, já que as fronteiras continuam fechadas para os passageiros em voos diretos, com poucas exceções.

Entre os dados apresentados, foram destacados os destinos preferidos dos brasileiros na Flórida, com Orlando ampliando a vantagem sobre Miami na primeira colocação e Tampa Bay crescendo e ultrapassando Florida Keys, mas ainda abaixo de Fort Lauderdale. Outro dado interessante quanto aos destinos é o aeroporto de chegada dos brasileiros no Estado, que aponta para Miami como a cidade que mais recebe os brasileiros em sua chegada, portanto como Orlando é o destino mais visitado, parte destes viajantes pegam um voo de conexão ou alugam o carro e dirigem até a cidade dos parques temáticos.

A pesquisa também traçou um perfil do viajante brasileiro na Flórida, identificando que grande parte voa de São Paulo para o destino. Outros dados interessantes são sobre as reservas diretas: grande parte dos brasileiros que viajam a Flórida reservam passagens aéreas diretamente com a companhia ou em serviços digitais, enquanto a reserva direta de hospedagem é menor, com viajantes preferindo reservar hotel com OTAs em 40,5% dos casos.
Confira mais informações nos gráficos abaixo. A maioria das informações da pesquisa foram coletadas entre janeiro e março de 2020, não refletindo uma possível mudança de comportamento do viajante após a pandemia.