Brasil está despreparado para táxis aéreos, diz KPMG
O Brasil é o país menos preparado para o mercado de táxis aéreos dentre 25 países avaliados

“Os táxis aéreos vão revolucionar a mobilidade urbana, mas alguns países estão mais prontos do que outros para isso. Um dos principais desafios das empresas de aviação atualmente está na adequação às tendências que podem moldar a próxima década. Tecnologias como Inteligência Artificial, Big Data, Internet das Coisas, propulsão elétrica, além de fatores como combustíveis sintéticos e de hidrogênio, devem transformar para sempre as operações e os negócios nesse setor”, afirmou Márcio Peppe, sócio-líder de Aviação da KPMG no Brasil.
A liderança do ranking ficou com os Estados Unidos (nota 26,11), seguidos de Cingapura (21,88), Holanda (21,78), Reino Unido (20,41), Austrália (20,13) e China (20). De acordo com a publicação, os dez países mais preparados para o mercado de taxis aéreos são os seguintes:

O “Índice de Prontidão do Táxi Aéreo”, da KPMG, é um índice composto que combina 34 métricas individuais em uma única pontuação. As métricas estão dispostas em quatro pilares: aceitação do consumidor; infraestrutura; política e legislação; tecnologia e inovação. O índice permite comparações entre os níveis de preparação dos territórios. A publicação é destinada a organismos públicos e privados que querem compreender os benefícios desta tecnologia, e a adequação de diferentes geografias para projetos e investimentos relevantes.