Boeing terá despesas de US$ 4,9 bilhões com o Max no 2T
Os números oficiais do segundo trimestre serão divulgados na próxima semana e serão um reflexo dos problemas com o 737 Max, que está proibido de voar após acidentes

"Continuamos focados em devolver com segurança o 737 Max ao serviço", afirma o presidente e diretor executivo da Boeing, Dennis Muilenburg. "Este é um momento decisivo. Nada é mais importante para nós do que a segurança das tripulações e passageiros que voam em nossos aviões. O aterramento Max apresenta ventos contrários significativos e o impacto financeiro reconhecido neste trimestre reflete os desafios atuais e ajuda a abordar riscos financeiros futuros.”
Com a produção em ritmo mais lento, os custos de fabricação do modelo aumentaram US$ 1,7 bilhão. A fabricante está trabalhando com autoridades para garantir o retorno do modelo com segurança, após finalizar a correção do software, apontado como principal problema. A aprovação regulatória do 737 Max começará no quarto trimestre deste ano, segundo a Boeing.