Bourbon ingressa no Paraguai com hotel de US$ 30 mi
Durante coletiva realizada há pouco, na capital paulista, a Bourbon Hotéis & Resorts anunciou a abertura de seu primeiro empreendimento fora do País.
A Bourbon Hotéis & Resorts anunciou a abertura de seu primeiro empreendimento fora do País. Trata-se do Bourbon Conmebol Convention Hotel, cuja inauguração está prevista para maio de 2011, em Assunção, no Paraguai.
“O hotel será um divisor de águas no mercado local”, declarou o vice-presidente da Bourbon, Alceu Vezozzo Filho. “A negociação durou cerca de dois anos e meio, período em que fiz questão de acompanhar os contatos de perto. Por meio do acordo, a Conmebol (Confederação Sul-americana de Futebol, cuja sede é em Assunção) investirá US$ 30 milhões na construção do hotel”, completou ele.
Vezozzo Filho destacou ainda os fatores que, segundo ele, foram fundamentais para a escolha da rede como operadora do empreendimento. “A Bourbon é uma empresa que tem uma cara, um dono. E o presidente de uma instituição como a Conmebol [Nicolás Leóz] quer uma referência de decisão, ou seja, alguém que possa dar respostas e solucionar qualquer questão em relação ao negócio”, justificou ele. “Além disso, nossa expertise na gestão de hotéis com grandes centro de convenções foi um fator essencial, principalmente por este ser um mercado ainda pouco explorado no Paraguai”, completou.
O HOTEL
O Bourbon Conmebol terá 168 apartamentos divididos nas categorias standard e suítes corner, executiva, central e presidencial. Um dos destaques será o Conmebol Convention Center, prédio anexo ao hotel que terá 9,45 mil m² de área coberta, sendo opção para eventos como peças de teatro, conferências, congressos e bailes, entre outros.
Complementam as ofertas o restaurante Bar & Grill, que comportará 170 pessoas, um piano bar, uma cafeteria, lojas e business center, entre outros atrativos.
EXPANSÃO
Quando questionado sobre futuras aberturas em outros países, o vice-presidente revelou que já negocia para ampliar a atuação internacional da rede. “Temos entendimento em outros países, como Cuba, por exemplo, com quem estamos conversando há cerca de dois anos. Também temos negociações em Santiago e em Buenos Aires”, antecipou. “No entanto, apesar de ser um mercado com um potencial turístico muito bom, a Argentina apresenta dificuldades em questões políticas e econômicas, o que dificulta um acordo para uma abertura”, concluiu.
“O hotel será um divisor de águas no mercado local”, declarou o vice-presidente da Bourbon, Alceu Vezozzo Filho. “A negociação durou cerca de dois anos e meio, período em que fiz questão de acompanhar os contatos de perto. Por meio do acordo, a Conmebol (Confederação Sul-americana de Futebol, cuja sede é em Assunção) investirá US$ 30 milhões na construção do hotel”, completou ele.
Vezozzo Filho destacou ainda os fatores que, segundo ele, foram fundamentais para a escolha da rede como operadora do empreendimento. “A Bourbon é uma empresa que tem uma cara, um dono. E o presidente de uma instituição como a Conmebol [Nicolás Leóz] quer uma referência de decisão, ou seja, alguém que possa dar respostas e solucionar qualquer questão em relação ao negócio”, justificou ele. “Além disso, nossa expertise na gestão de hotéis com grandes centro de convenções foi um fator essencial, principalmente por este ser um mercado ainda pouco explorado no Paraguai”, completou.
O HOTEL
O Bourbon Conmebol terá 168 apartamentos divididos nas categorias standard e suítes corner, executiva, central e presidencial. Um dos destaques será o Conmebol Convention Center, prédio anexo ao hotel que terá 9,45 mil m² de área coberta, sendo opção para eventos como peças de teatro, conferências, congressos e bailes, entre outros.
Complementam as ofertas o restaurante Bar & Grill, que comportará 170 pessoas, um piano bar, uma cafeteria, lojas e business center, entre outros atrativos.
EXPANSÃO
Quando questionado sobre futuras aberturas em outros países, o vice-presidente revelou que já negocia para ampliar a atuação internacional da rede. “Temos entendimento em outros países, como Cuba, por exemplo, com quem estamos conversando há cerca de dois anos. Também temos negociações em Santiago e em Buenos Aires”, antecipou. “No entanto, apesar de ser um mercado com um potencial turístico muito bom, a Argentina apresenta dificuldades em questões políticas e econômicas, o que dificulta um acordo para uma abertura”, concluiu.