Moreira Franco: "obras da Infraero estão atrasadas"
O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (Sac), Moreira Franco, afirmou ontem, em seminário na Câmara dos Deputados sobre os desafios da aviação civil no País, que as 23 intervenções nos aeroportos, de responsabilidade da Infraero, estão atrasadas.
O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (Sac), Moreira Franco, afirmou ontem, em seminário na Câmara dos Deputados sobre os desafios da aviação civil no País, que as 23 intervenções nos aeroportos, de responsabilidade da Infraero, estão atrasadas. Segundo ele, no entanto, os problemas são de natureza técnica, e não de gestão. "Hoje, esses projetos são feitos por empresas que não têm experiência para fazer bons projetos com rapidez. Por isso, eles não são aceitos e têm de ser refeitos", disse, acrescentando que o governo se mobilizou em planejamento e engenharia para recuperar anos de "degradação" da infraestrutura aeroportuária brasileira.
O ministro citou o exemplo do Aeroporto internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que em dois anos só conseguiu aplicar 5,23% do que tinha disponível para gastar porque projetos não foram aprovados. Segundo ele, a preocupação é com o funcionamento do cotidiano da aviação no País e não apenas com os grandes eventos que o País receberá, como a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. Em relação aos controles do Tribunal de Contas da União (TCU), Moreira Franco disse que gastar não é, necessariamente, o problema. “Temos que entender que gastar não é pecado. Se quisermos fazer um grande projeto, temos que ter as melhores empresas de engenharia, os melhores projetistas. Só se faz isso gastando. Se nós queremos o que há de melhor no mundo, temos que pagar por isso", disse o ministro.
O ministro citou o exemplo do Aeroporto internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que em dois anos só conseguiu aplicar 5,23% do que tinha disponível para gastar porque projetos não foram aprovados. Segundo ele, a preocupação é com o funcionamento do cotidiano da aviação no País e não apenas com os grandes eventos que o País receberá, como a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. Em relação aos controles do Tribunal de Contas da União (TCU), Moreira Franco disse que gastar não é, necessariamente, o problema. “Temos que entender que gastar não é pecado. Se quisermos fazer um grande projeto, temos que ter as melhores empresas de engenharia, os melhores projetistas. Só se faz isso gastando. Se nós queremos o que há de melhor no mundo, temos que pagar por isso", disse o ministro.